Um QR code de SMS abre o aplicativo de mensagens com o destinatário — e se quiser o texto — já preenchidos. Nada é enviado até alguém tocar, e é isso que o torna utilizável em lugar público.
Ele redige, não envia. O código abre o aplicativo de mensagens com destinatário e texto prontos. O envio só ocorre com um toque, que é a razão de um adesivo desses num ponto de ônibus ser inofensivo.
O texto pronto é o motivo de escolher este tipo em vez de um número solto. Um número também se digita. Uma palavra-chave no texto transforma uma mensagem numa resposta processável.
E uma vantagem que nenhum outro canal iguala: o SMS funciona sem internet, sem aplicativo e sem conta, em qualquer aparelho que faça ligação. Onde WhatsApp é mais cômodo, o SMS é mais confiável.
Num mural ou num estande: ler, enviar, inscrito. Sem aplicativo, sem conta e sem um formulário que talvez não carregue num telefone antigo.
Na máquina, no elevador ou na cancela. Um texto com o número do equipamento diz de qual aparelho se trata, inclusive onde no subsolo os dados não chegam.
Em eventos com público variado, o SMS alcança também quem não quer instalar nada.
O suporte ao texto preenchido varia. O destinatário chega sempre; o texto não: alguns aparelhos aceitam e outros descartam. Não construa nada que fique incompreensível sem ele.
Quem envia paga. Na maioria dos planos o SMS está incluído, mas não em todos, e quem lê em roaming pode pagar bem mais. Numa placa voltada a visitantes estrangeiros é uma objeção real.
O texto alonga o código. Destinatário e mensagem estão lá inteiros.
O número é público e legível por máquina assim que é impresso.
Tablets e computadores muitas vezes não conseguem agir sobre ele. Sem parte celular nada abre ou surge um aplicativo que ninguém configurou.